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Em
seu segundo número, ,
a revista eletrônica do NAU,
procurou pautar-se pelo que fora enunciado na edição
de lançamento:
(...) um veículo
destinado à difusão e discussão de trabalhos,
ensaios, resultados parciais de pesquisas e propostas teórico-metodológicas
da Antropologia Urbana e de áreas afins, bem como à
divulgação de eventos de interesse sobre essa temática.
O
interesse que despertou e as contribuições que a seguir
recebeu são indicadores de que também o formato escolhido
ajustava-se aos objetivos inicialmente propostos. Neste número,
a seção Artigos traz textos tanto de pesquisadores já
consagrados como contribuições de jovens pesquisadores
com base em trabalhos recém concluídos ou ainda em andamento;
já a presença de autores estrangeiros (de Portugal,
Argentina,
Itália)
amplia as possibilidades de intercâmbio.
Para a seção Graduação
em Campo foram selecionados quatro papers apresentados
no segundo semestre de 2007 por ocasião do evento de mesmo nome,
no Departamento de Antropologia da FFLCH/USP: trata-se de uma iniciativa
do NAU
destinada a valorizar e divulgar pesquisas feita por alunos de graduação
e que, desta vez, recebeu contribuições de estudantes de
todo o país. Cabe assinalar que o primeiro artigo deste número,
assinado pela Profa. Mariza Peirano, traz a palestra que proferiu na abertura
desse evento.
A seção Cir-Kula,
que evoca a conhecida instituição de troca descrita por Malinowski
e retomada por Marcel Mauss em seu famoso ensaio sobre a dádiva,
propõe abrir espaço para contribuições de autores
que, sem serem antropólogos, circulam em nosso meio e utilizam
conceitos, métodos ou estratégias de pesquisa próprias
da Antropologia, como forma de problematizar e ampliar o horizonte dos
recortes de estudo em suas próprias áreas. Neste número,
as contribuições são de um mestre em Lingüística
Aplicada da Unicamp e de dois mestres em Geografia Humana da USP.
Completam esse número: Entrevista
com uma antropóloga de longa e sólida trajetória
tanto na docência como na pesquisa, atualmente aposentada das lides
acadêmicas mas em plena atividade: Maria Lúcia Montes; o relato
de uma experiência de campo por um bairro de São Paulo, durante
um dia, em Etnotícias e
finalmente duas resenhas de livros
recém lançados.
Esperamos que esta segunda edição
de nossa revista tenha a boa acolhida que caracterizou o número
de estréia e possa continuar divulgando pesquisas, experiências,
discussões e trocas no campo da Antropologia Urbana e das áreas
que lhe são próximas.
Pela comissão
Editorial
Coordenador de 
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