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Artes
do corpo.
Vagner
Gonçalves da Silva (org.).
Selo
Negro Edições.
São
Paulo, 2004.
252
pgs.
De
corpo e alma na memória afro-brasileira.
Márcio
Macedo
Ao
atentarmos para a historiografia brasileira percebe-se que a despeito dos
afro-brasileiros terem contribuído de maneira significativa para
a constituição daquilo que conceberíamos como “cultura”
ou “identidade nacional”, há pouquíssima produção
que trate de evidenciar os negros como produtores culturais do ponto de
vista individual. O esforço em evidenciar algumas destas personalidades
teve seus primeiros passos através dos próprios negros por
meio de seus veículos de informação, os jornais e
revistas do que se convencionou chamar de Imprensa Negra .
É
dentro dessa lacuna que o lançamento da coletânea Artes do
corpo (2004) se enquadra. Trata-se do segundo volume da coleção
intitulada “Memória Afro-Brasileira”, a qual vem sendo organizada
pelo antropólogo e professor da Universidade de São Paulo
(USP) Vagner Gonçalves da Silva e editada pelo Selo Negro Edições.
Enquanto o primeiro número da coleção, Caminhos da
Alma (2002) , se voltava para o universo da religião e como esta
no decorrer do tempo vem organizando laços identitários e
de solidariedade entre a população negra, o volume aqui apresentado
foca o universo do corpo negro e do uso deste na produção
cultural de artistas afro-brasileiros.
Neste
sentido, é interessante voltar-se para a corporalidade negra, um
dos motes que dão coesão aos nove artigos presentes na coletânea,
pois, de acordo com organizador no prefácio do livro, o corpo negro
só tem sentido se pensado na confluência entre planos que
geralmente são vistos e analisados separadamente. Entender o mundo
afro-brasileiro é não fazer distinção entre
sagrado e profano, arte e cotidiano, mito e rito ou corpo e alma, algo
que tem impacto direto na produção artística de pessoas
inseridas neste universo. Porém, este é apenas é dos
elementos que dão unidade ao livro, há vários outros
como, por exemplo, o uso da biografia como ferramenta de análise.
Esta apresenta resultados bastante satisfatórios, tornando a leitura
agradável tanto para o público acadêmico especializado
como para o leitor leigo.
Aliás,
é possível afirmar que a biografia, ao menos entre historiadores,
goza de uma certa simpatia, e até mesmo euforia nas últimas
décadas. Os trabalhos de Sabrina Loriga (1998) , Giovanni Levi (2000)
e Jacques Le Goff (1999) são importantes no sentido de apresentarem
usos, tendências e críticas à utilização
da biografia na história. Loriga, por exemplo, vê o entusiasmo
dos historiadores em relação à biografia como produto
de uma crise da “história científica”, baseada em conceitos
totalizantes de classe social ou de mentalidade, nos quais ocorreria uma
subordinação das ações sociais às forças
produtivas ou aos meios culturais. A afirmação de Levi dá
a medida exata das vantagens em se apostar nessa ferramenta metodológica,
pois na sua opinião “a biografia constitui [...] a modalidade ideal
para verificar o caráter intersticial – entretanto importante –
da liberdade de que dispõem os agentes, [assim] como para observar
a maneira pela qual, funcionam concretamente sistemas normativos jamais
isentos de contradições” (Levi apud Le Goff, 1999: 24).
No
primeiro artigo do livro, cuja autoria é do historiador José
Carlos Sebe Bom Meihy, as “contradições” das quais fala Levi
ficam evidentes na análise feita pelo pesquisador das relações
entre conjuntura histórica, vida e obra da escritora Carolina Maria
de Jesus (1914-1977). Nos idos dos anos 1960, ela foi repentinamente celebrada
como uma grande novidade no mundo das letras devido ao fato de ser uma
negra, favelada e migrante que guardava uma “jóia” em meio à
sua condição social: escrevia. A riqueza da análise
de Meihy é de ampliar o “olhar” e trazer os vários atores
sociais que estavam envoltos nessa trama.
O lançamento
do primeiro livro de Carolina, Quarto de despejo: diário de uma
favelada (1960), se dá num momento em que novos atores sociais dão
as caras na produção cultural nacional, a qual era informada
pelo otimismo de um país que se pensava no caminho certo. A “Era
JK”, o futebol de Pelé, Garrincha e Didi, o “Cinema Novo”, a bossa
nova e o samba de Zé Kéti e Elza Soares davam o tom e o ritmo
dos assim denominados “anos dourados”. Em 1961, logo após sair de
uma favela nas redondezas de onde é atualmente o bairro do Canindé
e ir morar numa casa em Santana, ambos na zona norte da capital paulista,
Carolina lança seu segundo livro, Casa de alvenaria: diário
de uma ex-favelada. Ao contrário do que havia ocorrido com o primeiro
livro, a novidade já não fora tão grande e a crítica
se fixou numa discussão sobre a originalidade da produção
de Carolina e das relações entre “alta cultura” e “cultura
popular” ou norma culta e inculta da escrita. Esse debate era diretamente
informado pelas relações estabelecidas entre a escritora
e o jornalista Audálio Dantas, descobridor de Carolina, seu editor
e prefaciador dos dois livros. Ainda em 1963 mais dois livros de sua autoria
foram lançados e não tiveram nenhuma atenção
da crítica: Provérbios e Pedaços da fome. No ano seguinte
o golpe militar instauraria os “anos de chumbo”, colocando em compasso
de espera o clima de euforia da década anterior.
Após
sua morte, em 1977, a polêmica sobre a escritora retornaria em 1994
impulsionado pelo lançamento de um estudo da obra da escritora elaborado
por Meihy e seu parceiro de pesquisas Robert M. Levine (falecido em 2003)
intitulado Cinderela negra: a saga de Carolina Maria de Jesus. Logo em
seguida, a filha da escritora entregou aos pesquisadores uma série
de escritos não publicados da mãe. O material foi organizado
pelos historiadores e resultou em cinco novas publicações
que reascenderam o debate sobre a obra da escritora entre a crítica
atual. São os livros: Antologia pessoal (1996), Meu estranho diário
(1996), I’m going to have a little house (1997), The unedited diaries of
Carolina Maria de Jesus (1997) e Bitita’s diary (1998). O debate em torno
dos textos de Carolina envolveu intelectuais do calibre de Roberto Da Matta,
Marilene Felinto, Wilson Bueno e Wilson Martins numa polarização
que evidencia a atualidade da escritora através de sua vida e obra
controvertida.
O artigo
do folclorista Roberto Benjamin volta-se para o universo dos maracatus
de Recife, Pernambuco, e presta homenagem a duas figuras centrais na sua
estruturação e desenvolvimento dessa manifestação
cultural-religiosa como cartão postal da capital nordestina. As
trajetórias de Dona Santa (1877 – 1962) e Luiz de França
(1900–1997) servem como guia a uma história dos maracatus mais antigos
e tradicionais da cidade: Maracatu Leão Coroado e Maracatu Elefante.
Junto a uma pequena introdução que apresenta a manifestação
popular recifense o autor busca explicar as distinções existentes
entre os vários tipos de maracatu, às partes constitutivas
do mesmo (rainhas, bonecas, corte etc.), suas funções e simbologias.
Maria
Júlia do Nascimento ou Dona Santa, como era conhecida, foi rainha
do Maracatu Leão Coroado quando jovem. Após se casar tornou-se
rainha do Maracatu Elefante, posição que ocupou até
sua morte. Mesclam-se a sua biografia a atuação no sentido
de afirmação do maracatu como componente da identidade pernambucana
além das histórias e lendas de seus vínculos como
sacerdotisa do culto dos orixás e juremeira. Luiz de França,
por sua vez, cresceu em meio a mais diversas manifestações
religiosas e populares da cidade de Recife como a Irmandade do Rosário
dos Homens Pretos de São Gonçalo, os clubes de frevo e os
terreiros de culto aos orixás. Na maturidade tornou-se membro do
Maracatu Leão Coroado e sacerdote de Ifá. Devido a seus profundos
conhecimentos no que diz respeito à cultura popular recifense, era
tido como uma espécie de “griot” e intelectual orgânico, em
termos gramscianos, lutando pela institucionalização dos
maracatus em Recife e se colocando como voz crítica na maneira como
o Estado lidava como esse patrimônio imaterial de Pernambuco. Como
afirma Benjamin, Dona Santa e Luiz França foram “gente dos maracatus”.
O jogador
de futebol Valdir Pereira, Didi, (1928-2001) é o tema do artigo
de Luiz Henrique de Toledo. O antropólogo
se fixa na análise da biografia do atleta negro para problematizar
as relações entre raça, racismo e futebol brasileiro.
Atuando num período que vai do final dos anos 1940 até meados
dos anos 1960, este futebolista ficou conhecido pela maneira peculiar de
cobrar faltas, apelidada pela imprensa da época de “folha seca”.
Aliás, é no sortilégio que cercava o que seria a “folha
seca” que podemos ver a corporalidade negra em ação, nas
palavras do analista “a folha-seca foi um ato quase solitário marcado
pela habilidade de uma técnica corporal repetida, treinada inúmeras
vezes, revelando na mesma proporção uma considerável
dose de improviso, recurso que tal procedimento exigia cada vez que Didi
o realizava” (Toledo, 2004:81).
Na
argumentação de Toledo fica explicita uma tensão que
ainda hoje pode ser observada nas discussões a respeito do futebol
e jogadores brasileiros: de um lado, a idéia corrente de habilidades
vistas como inatas em alguns atletas e, de outro, as técnicas modernizantes
e racionais vigentes no futebol moderno. A inserção de esportistas
negros no futebol brasileiro dialogou diretamente com esse debate, pois
o fracasso da seleção brasileira no campeonato mundial de
1950 chegou a ser justificado racialmente. A suposição era
de que este fato teria ocorrido devido à incapacidade de futebolistas
negros e mestiços absorverem a disciplina das técnicas e
treinamentos, como explica o antropólogo. Didi estava no centro
dessa polêmica, pois participou das campanhas pela conquista do título
mundial de 1954 e 58, de modo que, nas vésperas desta última
copa imortalizaria a célebre frase “treino é treino, jogo
é jogo”.
Outro
aspecto importante ressaltado pelo autor diz respeito ao evidenciamento
do “preconceito de cor” na aproximação entre classes populares
e elites, resultante do processo de mobilidade social de jogadores negros.
Clubes da elite carioca reservavam as portas laterais para entrada e saída
dos “boleiros” de epiderme escura, atitude rechaçada por Didi numa
afirmação, a época solitária, de orgulho racial.
Consta ainda na sua biografia uma curta passagem pelo Real Madrid e a atuação
como técnico, inaugurando alternativas profissionais que somente
duas décadas depois se efetivariam para a maioria dos jogadores
brasileiros. Toledo mostra que o Príncipe Africano, um dos apelidos
pelo quais Didi era conhecido e que poderia muito bem ter virado música
pelas mãos de Jorge Benjor, reinou com garra e elegância durante
duas décadas nos gramados, distribuindo passes desconcertantes e
inúmeras “folhas-secas”.
O artigo
conjunto de Vagner Gonçalves da Silva,
Rachel
Rua Baptista, Clara Azevedo e Arthur
Bueno se fixa nas trajetórias de duas figuras do carnaval e
samba paulistas: Madrinha Eunice (1909-1995) e Geraldo Filme (1927-1995).
A primeira parte do texto busca reconstruir a biografia de Madrinha Eunice,
fundadora e matriarca da primeira escola de samba da cidade de São
Paulo, a Lavapés, criada em 1937. A ascensão, apogeu e declínio
desta escola encontra-se em sintonia com a as mudanças que o carnaval
paulistano sofreu do início do século XX até meados
dos anos 1980. Nesse período, as festividades momescas passaram
de uma manifestação lúdica, espontânea e popular
representada pelos cordões carnavalescos para a profissionalização
e burocratização vigente nas escolas de samba. A importância
desta senhora negra nascida em Piracicaba, interior do estado, e sua escola
se situam justamente em antecipar tendências que se tornariam padrões
para as escolas de samba que sugiram após os anos 1940. Ao mesmo
tempo em que essas tendências se tornaram hegemônicas, não
se adaptar a nova concepção de carnaval, que exigia profissionalismo
e especialização, foi a principal razão para o declínio
da Lavapés.
A
segunda parte do artigo foca a vida, obra e atuação de Geraldo
Filme no carnaval e samba da capital bandeirante. Figura importante no
processo de distinção, legitimação e afirmação
do samba genuinamente paulista a partir de suas influências rurais,
o sambista compôs canções que foram gravadas por uma
série de intérpretes famosos como Beth Carvalho, Itamar Assumpção
e Noite Ilustrada. Os autores ressaltam, a partir de citações,
que os conteúdos das letras dos sambas faziam críticas sociais
e raciais, valorizavam a cultura negra paulista e buscavam reconstruir
a “história não contada” da cidade de São Paulo. A
trajetória do sambista ainda se mescla a momentos significativos
do carnaval paulistano e as mudanças pelas quais o mesmo passou
nos últimos 50 anos. A atuação de Filme foi preponderante
para o surgimento de entidades que reuniriam as escolas de samba paulistanas,
como a União das Escolas de Samba Paulistanas (UESP), em 1973, devido
a sua circulação por várias agremiações
carnavalescas no decorrer de sua vida.
A antropóloga
Letícia Vidor de Souza Reis busca através do seu artigo comparar
as trajetórias dos dois mais conhecidos mestres de capoeira, Mestre
Bimba (1899-1974) e Mestre Pastinha (1889-1981). O primeiro é tido
como o criador da “capoeira regional” ao mesclar na capoeira de maneira
ordenada elementos de várias lutas marciais além de sistematizar
e ritualizar o ensino de capoeira a partir da incorporação
de práticas religiosas (batizados), rituais acadêmicos (formatura)
e militares (premiação com medalhas).
Mestre
Pastinha, por sua vez, é visto como o principal representante da
“capoeira angola”, a qual busca se afirmar pelo caminho inverso da regional,
ou seja, a busca de uma certa pureza africana. Este mestre racionalizou
a prática deste tipo de capoeira a partir do evidenciamento das
ligações entre capoeira e a África. A partir da influência
de lutas asiáticas, Pastinha buscou estabelecer na capoeira angola
uma integração entre corpo e espírito. De acordo com
Reis, a principal divergência entre os dois mestre dizia respeito
a origem da capoeira, Bimba fazia referência a Cachoeira (BA) no
período da escravidão enquanto Pastinha voltava-se para Angola,
no continente africano. O ponto forte do artigo é momento em que
a autora faz uma analogia aos dois tipos de capoeira como estratégias
de inserção dos negros na sociedade brasileira, uma fazendo
referência a mistura (mestiçagem) e a outra a pureza (etnicidade).
A coletânea
de textos fecha-se com o artigo da jornalista Luciana Hidalgo, o qual retrata
a vida e obra de Arthur Bispo do Rosário (1909-1989). A biografia
de Bispo está inserida num debate limítrofe entre o estabelecimento
de um pensamento eugênico no Brasil, preconceito, insanidade e arte.
Antes de ser conduzido a Colônia Juliano Moreira, no Rio de Janeiro,
local construído para os classificados como anormais ou indesejáveis
na primeira metade do século (negros, pobres, bêbados e desviantes
das mais diversas espécies), este negro de origem sergipana foi
marinheiro, quando cruzou todo o litoral brasileiro, e empregado de uma
tradicional família carioca na sua juventude.
A
vida deste descendente de escravos tomaria outros rumos quando, numa noite
quente de 22 de dezembro de 1938, o mesmo despertou com alucinações
que o conduziram ao patrão, o advogado Humberto Magalhães
Leoni, para o qual disse que iria se apresentar na Igreja da Candelária.
Depois de peregrinar pela rua Primeiro de Março e por várias
igrejas do Distrito Federal aquela época “acabou no Mosteiro de
São Bento, anunciando a uma confraria de padres que era um enviado,
encarregado de ‘julgar os vivos e os mortos’” (Hidalgo, 2004:226). Dois
dias
depois foi preso pela polícia e conduzido ao hospício da
Praia Vermelha, o Pedro II, (primeiro asilo oficial do Brasil inaugurado
em 1852) que anos antes já havia sido local de estadia do escritor
mulato Lima Barreto (1881-1922). Os rótulos em relação
a Bispo naquela instituição fornecem uma noção
dos preconceitos vigentes na época: negro, sem documentos, indigente.
Um mês depois foi transferido para a Colônia Juliano Moreira,
localizado no subúrbio de Jacarepaguá, sob o diagnóstico
de “esquizofrênico-paranóico”, lá ele seria o paciente
de número 01662.
Neste
local Bispo permaneceria por mais de cinqüenta anos e em determinado
momento passou a produzir objetos com diversos tipos de materiais que,
após a sua descoberta, seriam classificados como arte vanguardista
e comparados à obra de Marcel Duchamp. São navios (tema recorrente
devido sua relação com a Marinha na juventude), estandartes,
assemblages, veleiros, faixas de misses e objetos domésticos. Destaca-se
dentre todos o famoso “Manto da Apresentação”, espécie
de capa que Bispo deveria vestir no dia do Juízo Final. As
condições adversas em que a arte produzida por Bispo foi
concebida (no caso dos estandartes ele desfiava o tecido dos uniformes
para produzir os mesmos) remete novamente a discussão sobre o uso
da corporalidade negra e a não separação entre planos,
do qual discorre Vagner Gonçalves na apresentação
do livro, na produção da arte afro-brasileira.
O lançamento
de Artes de corpo é muito bem vindo no sentido de evidenciar a ligação
da produção da arte afro-brasileira a questões e momentos
históricos mais gerais do país. Evidenciando a estratégia
de integração dos negros brasileiros à sociedade moderna
da primeira metade do século XX, o sociólogo francês
Roger Bastide afirmava “que a política do negro tem variado conforme
as grandes correntes gerais da política nacional e que a imprensa
tem refletido essas variações” (Bastide, 1983:134). A produção
artística afro-brasileira também deve ser entendida dentro
dessa lógica, não subordinada, mas dialogando com os projetos
de nação, a política e a maneiras como o contingente
negro da população nacional tem sido tratado no decorrer
do tempo. Por outro lado, há determinadas peculiaridades que devem
ser notadas como, por exemplo, as idiossincrasias do universo afro-brasileiro,
algo que lhe outorga particularidade.
Por
fim, cabe aqui uma pequena crítica ao formato da diagramação
e edição do livro que mereciam um trabalho e material de
melhor qualidade. Esses dois pequenos detalhes deixariam a obra mais bonita
do ponto de vista estético, facilitaria a leitura por parte do público
e tornaria o livro mais durável.
Bibliografia
BASTIDE,
Roger (1983). “A imprensa negra do estado de São Paulo” in Estudos
Afro-brasileiros. São Paulo. Editora Perspectiva.
LE
GOFF, Jacques. (1999). "Introdução" e "Nota da introdução"
in São Luís: biografia. Rio de Janeiro: Editora
Record.
LEVI,
Giovanni. (2000). "Usos da biografia" in Marieta de Moraes Ferrreira e
Janaina Amado (orgs.), Usos & abusos da história oral.
Rio de Janeiro: Editora FGV.
LORIGA,
Sabrina. (1998). "A biografia como problema" in Jacques Revel (org.), Jogos
de escalas: a experiência da microanálise. Rio de
Janeiro: Editora Fundação Getúlio Vargas.
SILVA,
Vagner Gonçalves da (org.). (2002). Caminhos da alma.
São Paulo.Selo Negro Edições.
on-line
em agosto de 2005 |